Luva De Fibra Em Dyneema

Luva De Fibra Em Dyneema

REF: 0713022

19,43 

Data Prevista Chegada 05/02/2023
Garantia de Pagamento Seguro

COMPOSIÇÃO:
– Fibra de Dyneema;
CARACTERÍSTICAS:
– Ambidestras;
– Excelente resistência contra cortes e abrasão;
– Arejada;
– Punho elástico;
GALGA:
-13;
RECOMENDADA PARA:
– Indústria alimentar;Indústria de madeira, papel e vidro; Trabalhos com elementos abrasivos ou cortantes;

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Tamanho Luvas

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Normas

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Tecnologias

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Tipo de Material

Revestimento

Cor Web

Tipo De Produto

Luvas

Normas

ALIMENTAR

Símbolo alimentar (para luvas destinadas a entrar em contacto com alimentos)

A legislação europeia relativa aos materiais de contacto alimentar (Diretiva EC1935/2004) exige que os materiais em contacto com os alimentos não devem ceder os seus componentes para os alimentos e não devem modificar as propriedades organoléticas (isto é, a cor, o cheiro, a textura e sabor) dos alimentos. Os produtos destinados ao contacto com alimentos devem ser rotulados como tal.
ALIMENTAR

EN 388:2016

Orientações para luvas envergadas por trabalhadores que necessitam de proteção contra objetos que podem originar abrasão, corte ou perfuração da pele, sem sacrificar o conforto ou a destreza no local de trabalho. Esta norma aplica-se a todos os tipos de luvas de proteção em relação a agressões físicas e mecânicas causadas por abrasão, corte por objetos afiados, furos e desgaste.
Definição e requisitos
A proteção contra perigos mecânicos é expressa através de um símbolo seguido por cinco ou seis níveis de desempenho, cada um representando o desempenho de teste contra um perigo específico. A letra na quinta posição corresponde a um nível de resistência aos cortes segundo as normas ISO. Uma letra “P” na sexta posição significa luvas certificadas que fornecem proteção contra impactos. O símbolo de “riscos mecânicos” é acompanhado por seis níveis de desempenho (A-F).
A. RESISTÊNCIA À ABRASÃO Com base no número de ciclos necessários para desgastar a luva de amostra.
B. RESISTÊNCIA AO CORTE POR OBJETOS AFIADOS Com base no número de ciclos necessários para cortar totalmente a amostra a uma velocidade constante.
C. RESISTÊNCIA AO DESGASTE Com base na força necessária para rasgar a amostra.
D. RESISTÊNCIA AOS FUROS Com base na força necessária para furar a amostra com uma punção de tamanho normalizado.
E. RESISTÊNCIA AOS CORTES SEGUNDO AS NORMAS ISO Com base na força necessária para cortar uma amostra utilizando uma máquina específica para o teste de corte (ou seja, tomodinamómetro) sob condições especificadas.
F. PROTEÇÃO CONTRA IMPACTOS SEGUNDO A NORMA EUROPEIA Com base na transmissão medida de energia e força quando a amostra é exposta à queda de uma carga.
Classificação do nível de desempenho 1 2 3 4 5

A Resistência à abrasão (ciclos)
100
500
2000
8000
-
B Resistência ao corte por objetos afiados (test coupe/indice)
1,2
2,5
5,0
10,0
20,0
C Resistência ao desgaste (newtons)
10
25
50
75
-
D Resistência aos furos (newtons)
20
60
100
150
-
Classificação alargada do nível de desempenho segundo a norma EN 388:2016 (A-F) A B C D E F
Content
2
5
10
15
22
30
F Proteção contra impactos segundo as normas europeias
8000
Nota: também pode ser aplicado o nível "X" às alíneas "a" a "e" anteriores, significando "não testada" ou "não aplicável"
Estes níveis de desempenho têm de ser apresentados de forma clara em conjunto com o símbolo existente nas luvas e na embalagem que contém efetivamente as luvas.
EN 388:2016: principais alterações em relação à norma anterior EN 388:2003
1. ABRASÃO Novo papel abrasivo utilizado nos ensaios.
2. CORTES Novo procedimento para o teste Coupe, que também determina se ocorre a perda do fio de corte. Caso ocorra a perda do fio de corte, o novo método de ensaio segundo a norma EN ISO 13977 passa a ser a referência, enquanto o teste Coupe assume um caráter meramente indicativo.
3. IMPACTOS Método de ensaio para áreas que alegam fornecer proteção contra impactos. Menção “P” em caso de aprovação; nenhum código indicado em caso de reprovação.
EN 388:2016

EN 407:2004

Proteção contra riscos térmicos

Esta norma específica o desempenho térmico para luvas de proteção contra o calor e/ou chama.
A - Comportamento da chama O material deve satisfazer os requisitos da tabela. Além disso, o material não deve pingar se derreter. As costuras não devem abrir-se após um tempo mínimo de ignição de 15 segundos.
Nível de prestação
Tempo de pós inflamação
Tempo de pós incandescência
1
≤20
Sem requisito
2
≤10
≤120
3
≤3
≤25
4
≤2
≤5
B - Calor por contacto O material deve cumprir:
Nível de prestação
Temperatura de contacto
Tempo limiar (s)
1
100
≥15
2
250
≥15
3
350
≥15
4
500
≥15
C - Calor convectivo O material deve cumprir:
Nível de prestação
Índice transferência de calor HTI
1
≥4
2
≥7
3
≥10
4
≥18
D - Calor radiante O material deve cumprir:
Nível de prestação
Índice transferência de calor Tᴣ
1
≤20
2
≤10
3
≤3
4
≤2
E - Pequenos salpicos O número de gotículas necessárias para produzir um aumento de temperatura de 40ºC deve correspondem às exigências da tabela:
Nível de prestação
Número de gotas
1
≥5
2
≥15
3
≥25
4
≤35
F - Grandes salpicos A película de PVC que simula a pele, não apresentará qualquer alisamento ou qualquer outra alteração da superfície áspera, com qualquer uma das quantidades de ferro utilizadas:
Nível de prestação
Ferro fundido (G)
1
30
2
60
3
120
4
200
EN 407:2004

Tecnologias

CUT RESISTANT C

A fibra Dyneema® é 15x mais forte do que o aço com o mesmo peso, com resistência à tração de até 43 cN/dtex. Além de sua extraordinária força, Dyneema® se destaca em resistência a corte e abrasão e possui alta resistência a produtos químicos e UV. A fibra Dyneema® é tão leve que flutua na água e, além disso, possui um módulo muito alto (resistência à deformação).

 

DYNEEMA
Tamanho: N/A

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